Artigos

Aqui estão todos os artigos escritos pelos membros da associação e publicados na Revista da AR. São vários os temas abordados, envolvendo sempre questões relacionadas ao audiovisual e às técnicas de escrita. Leia, comente, compartilhe. Se desejar debater algum assunto abordado aqui, utilize nosso fórum. Boa leitura!

Depois da exibição de Corações Cicatrizados, premiado no último festival de Locarno, fizemos um bate papo sobre roteiro adaptado, tendo como base este filme.
Aceitamos o convite feito aos associados, para representar a ABRA e fazer parte do júri de melhor roteiro da 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e embarcamos numa pequena maratona cinematográfica.
Confira a entrevista exclusiva com o autor-roteirista Geraldo Carneiro, recentemente eleito como o mais novo membro da ABL.
Artigo de José Victor Rack sobre o crescimento do audiovisual brasileiro e a posição do autor roteirista nesse cenário.
Confira o resumo do XI Seminário Internacional Obitel sobre ficção televisiva.

Mauro Alvim

A maior dificuldade de um escritor ou roteirista ao escrever uma história policial de assassinatos e serial killer, está justamente quando este quer manter segredo de quem é o assassino para revelá-lo no final. Certa vez, indagado o legista Badan Palhares, sobre se este gostava de filmes nesse tipo, o mesmo respondeu: “Não. De um modo geral estes filmes não mostram a prova cabal antes da conclusão final.”

Iara Sydenstricker Abstract This work discusses the relationship between drama and animation techniques and at the same time it reflects about serialization strategies and transmedia expansion of audiovisual  fictional universes. It tries to find out how the bonds between the dramatists and animated characters are established, taking...
Em 1987, Marcílio Moraes escreveu com Dias Gomes um grande sucesso de público: a novela “Mandala”. Marcílio conta um pouco sobre o processo e criação da obra, e ainda reproduz o argumento inicial. Confira.

Era uma vez (não é assim que as histórias começam?) um país onde as emissoras de TV a cabo repetiam o que as cadeias de cinema fazem: em nossos cabos, só cabe a produção estrangeira.

Aí, aconteceu um tsumani: o governo, junto com entidades e associações do audiovisual, criou a lei das teles que obriga as emissoras a exibirem produções nacionais, num determinado número de horas por semana. O tsumani ressoou como a salvação da lavoura dos profissionais do setor. Estava garantida a ampliação do mercado de trabalho e nossa gente e nossas histórias iam contar com um horário nobre de exibição. Foi um alvoroço do Oiapoque ao Chuí.

Há momentos em que o debate sobre audiovisual brasileiro parece uma Empresa Junior, aquele grupinho de meninos universitários que vestiam terninhos para brincar de ser pequenos empresários e acreditar completamente no “mundo dos negócios”. No entanto, quem entende mesmo de negócio sabe que a chave para o sucesso é...
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