Com imenso pesar recebemos a notícia da partida do grande autor e mestre Domingos de Oliveira. Domingos partiu, mas a sua intensidade e seu amor pela arte sempre nos inspirará. “A arte é o melhor antidepressivo. Importantíssima na prevenção do enlouquecimento geral. A arte é uma atividade de utilidade pública”, dizia.

Ator, diretor, dramaturgo de cinema e teatro, poeta e cineasta, Domingos faleceu na tarde de sábado (23/03), aos 83 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro.

Domingos começou no cinema ao lado de Joaquim Pedro de Andrade fazendo assistência de direção em “Manuel Bandeira”, “O Poeta do Castelo” e “Couro de Gato”. Seu primeiro longa-metragem, “Todas as mulheres do mundo”, foi realizado em 1966. Ao todo, foram mais de cem obras, considerando os trabalhos para cinema, teatro e TV.

Foi um mestre em misturar sua arte à sua vida, e fez das suas relações familiares, amorosas e das amizades, temas centrais de sua obra. Ao longo de seus 60 anos de carreira ministrou variados cursos para muitos de nós da ABRA. Nós, autores, sentiremos muito a sua falta.

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